
Esta rapariga quase me fodeu o concerto.
Estou-me perfeitamente a ralar para os seus excessos; interessa-me, isso sim, a sua loucura criativa e interpretativa.
Neste Rock in Rio, Amy não revelou inspiração e talento, e deu um espectáculo medíocre, deprimente e repulsivo. Quando cantou Rehab, e algum público a acompanhou no determinante «no, no ,no» - em resposta a «they tried to make me go to rehab» -, o meu amigo Pedro começou a gritar «go, go, go», e eu acompanhei-o com mágoa e revolta.
Vou continuar a ouvir Amy Winehouse nos cds que tenho, e esperar que alguém despeje essa menina prodígio num centro de reabilitação. Seria uma grande perda, se Amy viesse a confirmar a sua prematura morte anunciada

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